Brasil com um pé na F-1

Sergio Sette Câmara será piloto de testes da Red Bull

A sorte de Sergio Sette Câmara começa a mudar: depois de três anos de relativo sucesso na F-2, o piloto mineiro esteve próximo de interromper sua carreira de piloto. Negociações para uma quarta temporada nessa categoria não foram exitosas e as conversações para disputar provas na F-Indy e um teste com uma equipe da F-E ainda não encontraram um final feliz, cenário que valoriza o anúncio desta manhã. O brasileiro será piloto reserva, de testes e de desenvolvimento das equipes Red Bull e Alpha Tauri, ambas mantidas pelo fabricante de energéticos; ele vai dividir a tarefa com o suíço Sebastien Buemi.

Por possuir os pontos necessários para requerer a super-licença necessária para pilotar na F-1 Sette Câmara poderá estrear na categoria este ano caso um dos pilotos titulares da Red Bull (Max Verstappen e Alex Albon) ou da Alpha Tauri (Daniil Kvyat e Pierre Gasly) fiquem impossibilitados de competir em algum GP. Para o belo-horizontino de 21 anos trata-se de um retorno ao reino do touro vermelho: no início de sua carreira internacional ele participou do programa de desenvimento de pilotos da marca, mas foi desligado do projeto.

“Estou extremamente feliz por me juntar novamente à família Red Bull, agora como seu piloto reserva e de testes para a temporada 2020 de Fórmula 1. Eu assisto à F1 desde os cinco anos de idade e me sinto honrado por ter essa oportunidade de trabalhar com a Aston Martin Red Bull Racing e a Scuderia Alpha Tauri”, comentou o mineiro de 21 anos.

O brasileiro inicia o seu trabalho junto à Red Bull neste fim de semana, no Grande Prêmio da Austrália, prova de abertura da temporada 2020.

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