2 Comentários

  1. Os feudos, o Brasil colônia e as capitanias hereditárias. Há muito vemos a CBA honrar esses fatos e cenários históricos brasileiros. Uma pena que tenha optado por querer pertetuar um de valor pra lá de duvidoso.
    Não é de hoje que a CBA é questionada em seu modelo de gestão, pelas suas (in)decisões, desmandos e total sucateamento de uma estrutura que teria tudo para ser atuante e politicamente forte o suficiente para reverter o atual cenário de penúria que vive o automobilismo brasileiro. Ou vão dizer que é exagero ?
    Temos de dar um voto de confiança à nova gestão e esperança de que num curto espaço de tempo mostre com fatos o que se propôs em discurso.
    Como bem colocou o Editorial “será difícil fazer uma administração ainda pior”, e se a isso a nova gestão tiver a sabedoria de entender que opositores num momento de disputa podem ser a alavanca de realizações futuras, tratará de fazer composições e alianças. Afinal, os senhores não acabaram de participar de um concurso público, para um cargo de “carreira”. Tanto situação quanto oposição formalizaram propostas de melhorias na entidade, e porque não aproveitar o que pode haver de bom em ambas as plataformas ?
    É hora e oportunidade para se unir em prol de um bem maior, o automobilismo brasileiro.

    • Sig. Dovicchi,

      Prazer receber sua visita e, muito mais, ler suas bem digitadas linhas. Afinal, partindo de quem tem horas (muitas, muitas horas) de vôo na indústria do marketing e de entretenimento, não resta dúvida sobre o seu conhecimento da causa.

      Concordo que é preciso dar um voto de confiança à nova gestão e colaborar para que o esporte seja o vencedor, e este Motores Clássicos assim o fará. Todavia, não como negar que existe o sentimento que o continuismo vai perdurar e que em poucos meses poderemos vivenciar a cisão entre as federações mais atuantes e as demais.

      Volte sempre, este espaço também é seu.

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